sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Pescaria no Rio Guaporé 2016 - Tambaquis

Barcos Maanaim Pesca Esportiva na Amazônia

Atrás do cobiçado troféu.

Um grupo de oito argentinos estiveram a bordo do Barco Hotel Maanaim entre os dias 12 a 17 de Agosto de 2016 para cinco dias de pescaria. Um dos componentes desse grupo Sr. Daniel já é um frequentador assíduo do Rio Guaporé, saiu de sua casa na Argentina já sabendo o que queria, procurava capturar um troféu, precisamente um Tambaqui, peixe abundante no Rio Guaporé, mas como todo pescador de Tambaqui sabe, um peixe muito arisco, velhaco e cheio de manhas. Segunda Feira 15 de Agosto dois dias de tentativas do Sr. Daniel em busca dos Tambaquis e nada, o restante do grupo estava se esbaldando de tantos peixes, estes variando entre Pirararas, Cacharas, Tucunarés, Corvinas entre outros.
__Mas e os Tambaquis?
Perguntou Daniel.
__Estão no rio, respondi em um tom de brincadeira.

Logo após o jantar procurei Daniel na varanda de proa do Maanaim e lhe fiz um convite, para tentarmos um Tambaqui nas primeiras horas do dia, ele concordou, notei uma alegria repentina em seu semblante e pensei: ele realmente sabe o que quer e está focado só nos Tambaquis. 
Trocamos mais algumas palavras e ele foi para seu camarote, logo na sequencia procurei Ambrósio, um dos melhores guias de pescarias no Rio Guaporé que trabalha no Barco Maanaim desde 1994 e hoje é o comandante do Maanaim-II. 
Disse a ele para preparar umas iscas de minhocuçus e se preparar para sairmos as três horas da manhã sem alarde para não acordarmos os outros pescadores e a tripulação. 

Atrás do Troféu. 

Chamei o Sr. Daniel as três horas o mesmo estava pronto e tão aceso que parecia não ter dormido. 
A bordo já do barco de pesca, rumamos para um boiador dos redondos (Tambaquis e Pirapitingas) a uns 10 minutos de onde atracamos Barco Hotel Maanaim para o pernoite. Faltando uns duzentos metros para chegar no pesqueiro olhei para o Ambrósio que entendeu na mesma hora e desligou o motor. Alguns minutos de remo e estávamos dentro do pesqueiro, de longe podíamos ouvir as batidas frenéticas dos Tambaquis e Pirapitingas. Falei para o Sr Daniel em tom de voz bem baixo, não podemos fazer barulho. 
Expliquei a ele também, isque o anzol com fartura de minhoca para que ele fique bem pesado e coloque um chumbinho minúsculo para ajudar a arremessar longe e disse a ele agora espere que um peixe bata ao alcance do seu arremesso e jogue acima da batida. Disse a ele, nós vamos capturar no máximo uns dois ou três exemplares e eles vão desaparecer. Dito e feito ... 
O resultado depois de duas linhas quebradas foi, um Tambaqui para o Sr. Daniel, um Tambaqui e uma Pirapitinga para mim, foi só, os peixes que pulavam como pipoca na panela sumiram como num passe de mágica. 
A pescaria no Rio Guaporé tem seus macetes, os Barcos Maanaim Pesca Esportiva na Amazônia possui pessoal nativo dessa região treinados e capacitados para proporcionar a você dias inesquecíveis de pesca onde o pescador esportivo testara sua habilidade contra as espécies gigantes da bacia amazônica, como fez o Sr. Daniel.


Tambaqui & Pirapitinga



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